É fabuloso aquele momento de L'homme du large em que Marcelle Pradot, após despir o hábito, entrega o seu corpo ao amante. Tudo acontece fora de campo: no chão, vê-se a sombra de uma mão à esquerda, depois de outra mão à direita, que se unem, surgindo então as sombras dos rostos que se beijam.
Um momento em que o pudor fica bem à câmara.