Encontro um manual breve de cinema num documentário sobre pintura renascentista italiana: a capacidade de
fazer imaginar um tacto que é impossibilitado pela ausência de matéria (/textura); a experiência «voyeurista» de ver sem ser visto que o filme sempre propõe; a vontade de interacção que a imagem primordialmente realista suscita e frustra em simultâneo. Em suma, o cinema resumindo-se a muito pouco.